Não. A maioria dos clientes começa pelo Assessment ou pela proteção de endpoints e evolui camada a camada, conforme a maturidade e o orçamento. Como tudo roda sobre o mesmo agente, subir um degrau não exige reinstalação.
A BU Cyber é a unidade de cibersegurança da Meet e protege ambientes corporativos e governamentais de ponta a ponta: diagnostica, adequa, protege, detecta e responde. Seus onze produtos formam uma escada que começa no raio-x de maturidade e chega ao SOC em regime integral, tudo sobre um agente único que dispensa reinstalações a cada evolução. Segurança tratada como jornada, não como caixa de produto.
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Descubra onde a sua segurança está antes que alguém descubra por você.
Diagnóstico de maturidade baseado em frameworks reconhecidos como CIS v8, com leitura clara do que está protegido, do que está exposto e do que atacar primeiro. O ponto de partida de qualquer jornada séria de segurança.
Do relatório à realidade.
Implementação dos controles apontados no diagnóstico, com horas de especialistas dedicadas a fechar as lacunas encontradas. Política, configuração e prática caminhando juntas, no ritmo que a sua operação suporta.
Varreduras recorrentes, brechas fechadas antes do ataque.
Identificação contínua de vulnerabilidades no seu ambiente com múltiplas ferramentas de mercado, priorização por criticidade e plano de correção acompanhado. Segurança deixa de ser foto e vira filme.
Um ataque de verdade, do lado certo.
Teste de intrusão conduzido por especialistas certificados, seguindo metodologia internacional, para provar na prática até onde um invasor chegaria. Relatório executivo e técnico, com reteste para validar as correções.
Governança de TI contínua, com dono e agenda.
Gestão permanente da governança de tecnologia e segurança: políticas atualizadas, riscos acompanhados, evidências organizadas e apoio em auditorias e fiscalizações. A conformidade se mantém viva depois do projeto.
Proteção de nova geração em cada máquina.
Defesa moderna para estações e servidores, com prevenção baseada em comportamento e inteligência de ameaças. A base da escada de segurança Meet, pronta para receber as camadas seguintes sem trocar de agente.
Detecção e resposta gerenciadas, mapeadas no MITRE ATT&CK.
Visibilidade profunda do que acontece em cada endpoint, com investigação e resposta conduzidas pela equipe Meet. Ameaças que passariam despercebidas são detectadas, contidas e explicadas em linguagem de negócio.
Correlação além do endpoint: e-mail, identidade e nuvem no mesmo radar.
Detecção estendida que cruza sinais de estações, servidores, e-mail e Microsoft 365 para enxergar ataques que nenhuma ferramenta isolada enxerga. Resposta coordenada, em um único painel e uma única equipe.
Olhos treinados no seu ambiente a cada minuto do ano.
Centro de operações de segurança em regime integral, combinando analistas e inteligência artificial para monitorar, triar e responder a incidentes em dois níveis de serviço. Ataques não escolhem horário comercial; a sua defesa também não.
Inventário, patches e conformidade em piloto automático.
Gestão remota do parque de máquinas com inventário permanente, atualizações controladas e scripts de correção em escala. Menos janelas abertas para o atacante, menos chamados para o suporte.
Transforme o elo mais fraco na primeira linha de defesa.
Treinamento contínuo de segurança para os seus usuários, com trilhas de aprendizado e medição de evolução. Tecnologia protege sistemas; consciência protege decisões.
Não. A maioria dos clientes começa pelo Assessment ou pela proteção de endpoints e evolui camada a camada, conforme a maturidade e o orçamento. Como tudo roda sobre o mesmo agente, subir um degrau não exige reinstalação.
Não substitui; potencializa. O SOC assume o monitoramento e a resposta a incidentes de segurança em regime integral, liberando a sua equipe para projetos e operação. A comunicação é contínua e os incidentes chegam explicados e priorizados.
O EDR enxerga e responde ao que acontece nos endpoints. O XDR amplia o radar, cruzando sinais de e-mail, identidade e Microsoft 365 para detectar ataques coordenados que passariam entre as ferramentas. Quem define a escolha é o diagnóstico.